sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

POLÍCIA CIVIL FECHA LABORATÓRIO CLANDESTINO DE REMÉDIOS PARA EMAGRECER EM SUZANO


Casal é preso; operação expõe riscos à saúde e revela detalhes da investigação


A Polícia Civil de São Paulo fechou um laboratório clandestino em Suzano que fabricava medicamentos falsificados para emagrecimento. A ação culminou na prisão de um casal, de 44 e 46 anos, acusado de comandar o esquema. No local, os agentes encontraram cápsulas, potes, rótulos, suplementos e máquinas utilizadas para manipulação e embalagem, além de remédios prontos para venda.


Como começou a investigação


O caso teve início após uma denúncia feita por uma farmacêutica de Goiás à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A empresa alertou que seus produtos originais são injetáveis, mas estavam sendo comercializados em cápsulas com sua marca falsificada. Esse detalhe chamou a atenção das autoridades e levou à abertura da investigação.


O funcionamento do esquema


Segundo a polícia, os medicamentos eram vendidos pela internet, ampliando o alcance da rede criminosa e facilitando o acesso dos consumidores aos produtos ilegais. O laboratório improvisado tinha estrutura para produção em larga escala, o que indica que o casal mantinha uma operação organizada e lucrativa.


Riscos à saúde


Especialistas alertam que o consumo de medicamentos sem registro oficial pode trazer sérios riscos ao organismo. Substâncias manipuladas sem controle de qualidade podem provocar efeitos colaterais graves, como problemas cardíacos, alterações hormonais e danos ao fígado. Além disso, a ausência de fiscalização impede que os consumidores saibam a real composição dos produtos.


Consequências legais


O casal foi autuado por crimes contra a saúde pública e falsificação de medicamentos. A investigação seguirá para identificar possíveis ramificações do esquema e outros envolvidos na distribuição. As autoridades reforçam que a falsificação de remédios é considerada crime grave, com penas que podem chegar a dez anos de prisão.


Alerta das autoridades


A Polícia Civil e a Vigilância Sanitária destacam que casos como este evidenciam a importância de adquirir medicamentos apenas em farmácias autorizadas e com prescrição médica. O episódio serve como alerta para consumidores que buscam soluções rápidas para emagrecimento sem considerar os riscos à saúde.


 

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