Roberta Luchsinger, investigada por fraudes no INSS, pressiona governo e envolve nome de Lulinha
A empresária Roberta Moreira Luchsinger, conhecida por sua proximidade com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, está no centro de uma nova crise política. Alvo da operação “Sem Desconto”, deflagrada em dezembro de 2025, Roberta é investigada por envolvimento em um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo reportagem da Revista Oeste, ela teria enviado um recado ao Palácio do Planalto exigindo proteção e afirmando que, se cair, “não vai cair sozinha”.
O aviso foi transmitido por um emissário da empresária a um auxiliar direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mensagem teria como objetivo pressionar o governo diante do avanço das investigações da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que apura desvios bilionários no sistema previdenciário.
Roberta Luchsinger também acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender a quebra de seus sigilos bancário, fiscal e telemático, aprovada pela CPMI. A defesa da empresária alega que a medida foi tomada sem fundamentação individualizada e pede a extinção imediata do pedido.
A situação se agravou após o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciar que pretende convocar o ministro do STF, Flávio Dino, para explicar a suspensão da quebra de sigilo de Lulinha, determinada por ele. A decisão de Dino gerou críticas e levantou suspeitas sobre uma possível tentativa de blindagem ao filho do presidente.
A operação “Sem Desconto” revelou indícios de que Roberta atuava como lobista em esquemas de desvio de recursos do INSS, utilizando sua rede de contatos políticos para facilitar contratos e liberar pagamentos irregulares. A empresária nega envolvimento e afirma ser vítima de perseguição





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